Neurociência e luto: o que acontece com o cérebro quando perdemos alguém?
O luto não acontece apenas nos sentimentos: o cérebro também precisa se adaptar a uma realidade profundamente diferente.
Um espaço de escuta para compreender emoções, vínculos e momentos de mudança. Atendimento presencial em São Paulo (Jardins e Higienópolis) e online.
A psicoterapia pode ajudar em momentos de ansiedade, luto, estresse, conflitos familiares, dificuldades relacionais, mudanças importantes da vida e desafios do desenvolvimento emocional. Meu trabalho parte de uma escuta acolhedora e cuidadosa, considerando a história de cada pessoa, seus vínculos e seus recursos para atravessar momentos desafiadores com mais segurança.
Sou psicóloga clínica e atendo crianças, adolescentes e adultos. Minha prática é orientada por uma escuta das emoções, dos vínculos e das experiências que marcam a forma como cada pessoa se relaciona consigo mesma, com os outros e com o mundo.
Minhas especializações são em Teoria do Apego e em Neurociências e Comportamento, compreendendo que muitos desafios emocionais precisam ser acolhidos a partir do contexto e da história de cada paciente.
No atendimento infantil, o brincar ocupa um lugar central. É por meio dele que a criança expressa sentimentos, elabora vivências e comunica aspectos importantes de seu mundo interno. O trabalho com os pais também faz parte do processo, oferecendo espaço para compreender comportamentos, pensar manejos possíveis e fortalecer relações mais seguras no cotidiano.
Na adolescência, o processo terapêutico oferece um espaço de escuta para questões como ansiedade, autoestima, pertencimento, conflitos familiares, isolamento, irritabilidade, inseguranças e dificuldades nos relacionamentos. É uma fase de muitas transformações, em que o vínculo terapêutico pode ajudar o adolescente a nomear o que sente, compreender seus padrões e construir formas mais seguras de se posicionar.
No atendimento de adultos, a psicoterapia oferece um espaço para entender padrões emocionais e relacionais, elaborar perdas, atravessar crises, lidar com ansiedade, estresse, inseguranças, conflitos familiares e transições importantes da vida. O processo busca favorecer autoconhecimento, a elaboração, a regulação emocional e formas mais conscientes de se relacionar consigo e com os outros.
Além disso, atuo como colaboradora da Unifesp no Proalu (Ambulatório do luto), onde ajudo adultos que estão lidando com a dor da perda de entes significativos.
Meu objetivo é construir, junto com cada paciente e família, um espaço de cuidado e desenvolvimento emocional.
Ofereço suporte especializado para diversas demandas emocionais, com objetivo de melhora na saúde mental e qualidade de vida.
Principais demandas: medos e ansiedade, ansiedade de separação, dificuldades de sono, birras e agressividade, baixa tolerância à frustração, dificuldades de socialização, insegurança, dificuldades relacionadas a mudanças familiares, separação dos pais e luto.
Principais demandas: ansiedade, insegurança e baixa autoestima, isolamento, irritabilidade e impulsividade, depressão, bullying, dificuldades relacionadas à imagem corporal, dificuldades escolares, conflitos nos relacionamentos e nas amizades, conflitos familiares, questões relacionadas à sexualidade e autolesão.
Principais demandas: ansiedade e estresse, depressão, baixa autoestima, sentimentos de vazio, dificuldades nos vínculos, conflitos familiares e conjugais, separações, luto, parentalidade, transições pessoais e profissionais e processos de autoconhecimento.
Disponibilizo duas modalidades de atendimento clínico. Ambas seguem rigorosamente os padrões éticos e de sigilo do Conselho Regional de Psicologia.
Plataformas seguras. Ideal para quem precisa de mais flexibilidade ou se encontra em outras localidades.
Consultório planejado para oferecer silêncio, acolhimento e privacidade. Atendimento nos Jardins e Higienópolis (São Paulo).
Acompanhe minhas postagens com textos e reflexões sobre psicologia, comportamento, infância, relacionamentos e luto.
O luto não acontece apenas nos sentimentos: o cérebro também precisa se adaptar a uma realidade profundamente diferente.
O luto não ocorre de forma linear ou em etapas rígidas. Cada pessoa vivencia a perda de maneira única.
Nossos primeiros vínculos viram um mapa interno. Na terapia, pode-se atualizar esse mapa e mudar o jeito de se relacionar.
A Teoria do Apego surge de um olhar profundo na infância e converge com outras teorias para explicar o funcionamento psíquico.
Quando o adulto corregula com presença e limite, a criança aprende autorregulação para a vida.
O consultório físico está estrategicamente situado para oferecer acessibilidade e conveniência, com instalações preparadas para o seu conforto. Atendimento online em todo o Brasil e exterior.